40 anos da obra-prima do Pink Floyd



Há quatro décadas, um feixe de luz atravessou um prisma e se transformou em um arco-íris. Esta imagem, que hoje todos em mente, foi a responsável por estampar aquilo que, mais tarde, seria considerado a obra prima de Pink Floyd, o “ The dark side of the moon”.

 O disco- oitavo da banda – lançado em março de 1973, já vendeu dezenas de milhões de cópias no mundo todo e traz letras que tratam de amor, desespero, ambição e loucura. “É uma espécie de perfeição”, defendeu o integrante Roger Waters em entrevista a uma revista americana. Tudo bem que ele deixou a modéstia em casa quando disse isso, mas nós concordamos com ele: o álbum traz uma perfeição detalhista rara entre os discos de rock e melodias tão sincronizadas que fazem com que o álbum todo flua como se ele fosse uma única musica.

 Voltemos ao aniversário: para celebrar os 40 anos de “ The dark side of the moon”, os fãs de Pink Floyd foram convidados ao site : http://darkside40.pinkfloyd.com/ para dividir suas memorias, compartilhar impressões e apreciar 14 variações (muito loucas!) do prisma refletor cridas por Storm Thotgerson – designer responsável também pela versão original. Curtiu? Nós também.

 O lado sombrio do arco-iris 


Nas rodas de amigos (inclusive, foi numa dessas que surgio a ideia para esse post) é impossível citar “Dark side”, e não lembrar da historia macabra em torno do clássico Pink Floyd com o clássico de cinema O Mágico de Oz.

  Considerada como uma das melhores lendas do rock, a banda, desde 1995, nega os boatos, o que mais intriga é que, se você escutar o CD e assistir ao filme ao mesmo tempo, verá que existe uma certa “coincidência cósmica”.

Ao longo do filme você verá que a junção das musicas com as imagens do filme formam enigmas assustadores, o que nos levou a pensar que, toda essa historia de coincidência, não passa de pura balela. Eles com certeza compuseram e arranjaram o álbum assistindo o filme. Mas, por qual motivo?

 Isso nós não sabemos, mas o que por aí é que O magico de Oz é cheio de referencias satânicas. Aleist Crowley ( sim, o cara da musica Mr. Crowley do Black Sabath), mestre do ocultismo e satanista confesso que viveu por volta de 1900, escreveu um texto chamado Liber OZ, que, segundo ele, traz ensinamento de Aiwass, o porta voz de Horus, um demônio egípcio. Segundo as fontes, o filme é uma homenagem a esse dito cujo. Será os caras do Pink Floyd, seguem os ensinamentos desse tal Crowley, assim como outros rockeiros( os Beatles, Raul seixas, Iron Maiden e outros já citaram Crowley)?

Bem (deixando essa história louca de lado) assista o filme O mágico de Oz com as músicas de The Dark Side of The Moon:


04'23": Dorothy cai no chiqueiro e "on the run" começa;
08'14": a felicidade de Dorothy acaba com a chegada da bruxa e os despertadores de "time";
16'06":"the great gig in the sky" embala o inicio do furacão;
19'44": o filme fica colorido no mesmo momento em que se inicia "Money";
37'22": Espantalho dança ao som de "brain damage".

E muitas outras "sincronias". Tenso, né?

Texto publicado originalmente por mim no blog do iba, no dia 28 de março de 2013.

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About Ceroula Blog

Empreendedor na Hardskull Clothing; marketeiro por formação; metido a designer, videomaker e fotógrafo; louco por café e apaixonado por gatos. Conheça meu trabalho em www.mullernascimento.com